Rasuras de uma vida suburbana
"O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece", sábias palavras de Charles Bukowski.
Posted on Quarta-feira, Dezembro 10, 2008

Sobre o Sempre em Trânsito

Edson Nunes

Apenas um exercício de escrita, um treino constante de criatividade, uma ferramenta de evolução, tendo em vista o registro de todas as mutações incorporadas nos meus textos.
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Este confuso espaço, repleto de ideias incoerentes, já foi um pequeno noticiário – que pela obviedade não deu muito certo – e hoje é um pobre almoxarifado de contos conflitantes, neuróticos e desvairados. Não se sinta constrangido com os contos aqui produzidos, pois se você desembarcou nesta estação, garanto que um alto teor de licenciosidade, libertinagem, luxúria, lubricidade e todos os sinônimos que caracterizam um indivíduo atordoado estão personificados na sua pessoa.
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A vida é repleta de acontecimentos primitivos, né?

Posted on Quarta-feira, Dezembro 10, 2008

Contato

Edson Nunes

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edsonnunes@sempreemtransito.com

Posted on Quarta-feira, Dezembro 10, 2008

Autor

Edson Nunes

Ficha Técnica

Nome: Edson Nunes

Idade: 21 anos

Naturalidade: São Paulo

Profissão: Um devaneador social com especialização em sentimentos contraditórios

Preferências Permanentes

Comida: Fast-food em geral

Bebida: Cerveja

Esporte: Ler

Preferências Momentâneas

Livro: Misto-quente, Charles Bukowski

Música: City and Colour - As Much As I Ever Could

Filme: Nome Próprio

Frase: Outro pensamento que ajuda um escritor enquanto trabalha – deixe-o escrever seu romance “do jeito que ele gostaria de ver um romance escrito”. Isso ajuda muito a liberar você dos grilhões da dúvida de si mesmo e o tipo de falta de autoconfiança que leva a revisões demais, cálculos demais, preocupação com “o que os outros vão pensar”. Olhe para seu próprio trabalho e diga: “Este é um romance segundo meu coração!”. Porque vai ser isso de qualquer jeito mesmo, e é esse o problema – é a preocupação que deve ser eliminada pelo bem da força individual. Apesar de todo esse conselho despreocupado, eu mesmo avancei devagar, hoje, mas não fui mal, trabalhando na versão final do capítulo. Estou um pouco enferrujado. Ah, e que grande palavrório eu poderia escrever amanhã sobre meu temor de que não saiba escrever, de que seja ignorante e, pior de tudo, um idiota tentando fazer algo que não tenho a menor condição de fazer. Está na vontade, no coração! Pro inferno com essas dúvidas podres. Eu as desafio e cuspo nelas. Merde!

Jack Kerouac, domingo, dia 22 de junho, de 1947